Começando…
Oi pessoas… resolvi criar coragem e começar um trabalho antigo mais novo e todo meu! Essa é a proposta que eu mesma fiz, para veicular no jornal aqui da cidade. Já pesquisei bastante e é hoje o que eu mais quero fazer. Estou confiante que vou conseguir vários clientes, depois eu conto o resultado. Bjs
Método TBC de criação
Métodos e sistemas são comuns em todas as áreas profissionais, da construção civil à neurocirurgia. Para não fugir à regra, eu, como designer, desenvolvi um método altamente complexo e qualificado para a criação de peças gráficas. O método TBC é fruto de mais de 10 anos de experiência na OpusMúltipla, participando de pequenos e grandes trabalhos, desde simples folders até projetos de identidade corporativa. Em todos esses casos, independentemente dos prazos, custos e expectativas, percebi que, sem o uso do TBC, o resultado é fraco e cai no lugar-comum. Mas, afinal, o que é o método TBC de criação? Simples: “Tire a Bunda da Cadeira”. Pode até parecer brincadeira de mau gosto, mas a minha intenção é ser o mais realista e objetivo possível. O ato de “tirar a bunda da cadeira” antecede qualquer etapa de um trabalho e, para muitos, é difícil e doloroso.
TBC significa simplesmente levantar e observar o mundo, experimentando novas emoções, novas sensações e ligando novos neurônios. Um designer que vai sempre aos mesmos lugares, assiste aos mesmos tipos de filmes, não escuta novas bandas e estilos, freqüenta os mesmos restaurantes, resumindo, faz sempre as mesmas coisas, não consegue encontrar novas soluções.
Uma vez, um professor da SVA (School of Visual Arts), de Nova Iorque, me falou: “o bom designer é aquele que consegue ter em sua mente um maior banco de imagens possível”. Esse pensamento é a base do TBC e põe em xeque muitos profissionais que acreditam que, para criar, só é preciso um bom computador e um briefing por escrito. Sem vivência não há experiência e sem observação não há criação. Acredito muito na famosa teoria de Lavoisier: “na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Observando atentamente o que disse o sábio químico, pode-se fazer uma analogia com a nossa área e descobrir que, quando desenvolvemos uma logomarca, não a criamos e sim transformamos uma série de informações absorvidas em algo tangível. Essas informações vêm desde a nossa infância, das primeiras palavras aprendidas até o último anuário que lemos. Quanto maior for o nosso “repertório”, melhor e mais eficiente será o trabalho.
Somos transformadores de conteúdo e agentes de mudança de paradigmas. Parece complicado, mas é mais simples do que acreditar que criação é mágica: pega-se um papel em branco, um lápis bem apontado e pronto! Tem-se mais uma bela logomarca, desprovida de qualquer razão e emoção.
Nosso trabalho, como em qualquer outra profissão, é feito de muito esforço, insistência, pesquisa e observação. O momento da criação não vem somente na hora em que recebemos o briefing. Começamos a criar quando andamos pelo shopping, quando viajamos, assistimos à novela. Enfim, a todo momento e em todo lugar. Essa sim é a magia da nossa profissão: o mesmo trabalho desenvolvido por 10 designers terá 10 resultados distintos. Qual será o certo? Não há certo ou errado em design. Há o mais completo e o que desperta mais interesse e emoção.
O controverso designer austríaco Stefan Sagmeister conta que, no começo da carreira, quando ainda havia pouco trabalho, passava horas visitando museus e fazendo brainstormings. Sagmeister é hoje um dos mais cultuados designers no mundo e os seus trabalhos refletem exatamente o que o método TBC prega: um diferente ponto de vista das mesmas coisas do cotidiano.
Em muitos momentos, não conseguimos, por diversas razões, ter a profundidade conceitual que gostaríamos, mas, muitas vezes, não conseguimos ver as oportunidades para ousar e propor novas soluções. Trabalhos que parecem pequenos podem ser a grande chance para pensar diferente e surpreender pela originalidade.
Um bom exemplo disso é o display para ventiladores que desenvolvemos para a Electrolux. Havia pouca verba alocada para essa peça e o cliente buscava um diferencial no ponto-de-venda, valorizando os principais benefícios do produto: potência e baixo nível de ruído. A solução saiu do lugar-comum, trazendo à mente do consumidor a famosa cena do filme O pecado mora ao lado, com a atriz Marilyn Monroe. Como uma mulher de saia pode vender ventiladores? Eis a resposta. Outra peça que surpreende pelo inusitado foi desenvolvida com o simples objetivo de informar à comunidade local que a Praça Eufrásio Corrêa seria revitalizada pelo Espaço Estação (Shopping Estação, Estação Embratel Convention Center e Estação Cultura). A solução foi enviar para os moradores um banco de praça em miniatura, remetendo aos bons tempos de sentar-se com segurança e tranqüilidade para ler jornal e aproveitar o ambiente agradável da praça.
Caso você ainda não pratique o TBC, faça sem medo, com o coração e a cabeça abertos. Quebre seus conceitos e preconceitos. Tenho a certeza de que em pouco tempo os resultados serão visíveis e o seu trabalho ganhará mais credibilidade. Se não der certo, por favor, me mande um e-mail, pois sempre estarei disposto a rever os meus conceitos.
www.portaldapropaganda.com.br
PORQUÊ INVESTIR EM DESIGN?
Você precisa de argumentos para convencer o seu cliente?!
PORQUE INVESTIR EM DESIGN DÁ RETORNO!
Num mercado globalizado e cada vez mais competitivo, são fatores decisivos para o sucesso de uma empresa, a CREDIBILIDADE da sua imagem e a qualidade dos produtos que ela oferece. Não basta ser bom, é preciso PARECER bom. Ao investir na identidade visual da sua empresa, você estará investindo na sua IMAGEM e na forma como deseja que ela seja PERCEBIDA pelo seu público consumidor.
QUAIS OS BENEFÍCIOS DO USO DO DESIGN?
• Na imagem da empresa: Usando o Design, as pessoas passam a ver a empresa como inovadora, moderna, contemporânea. É uma campanha de Marketing extremamente econômica, pois a imagem fala por si.
• Na otimização de custos: Além de atrair o consumidor, o uso do Design faz com que o produto ou serviço sejam desenvolvidos com economia através de estudos que priorizarão o melhor custo x benefício.
• No aumento da competitividade: As empresas enfrentam forte concorrência. Nessa disputa, sairá vencedora aquela que se destacar com o cliente. Um bom Design desperta atenção. O Design atua como vendedor do produto, através da estética e da funcionalidade. O primeiro contato com uma empresa é através do visual, daí a importância da estética.
É PRECISO INVESTIR MUITO?
A relação custo-benefício do Design é muito boa. Todos os empreendimentos podem se beneficiar com um pequeno investimento. Pesquisas internacionais dão conta de que, para cada dólar investido em Design, há 5 dólares de retorno.
COMO CONTRATAR?
A empresa também precisa saber sobre QUEM está contratando.
Neste caso, deverá ser verificado se a consultoria a ser contratada:
• Conhece o tipo de produto ou serviço da empresa;
• Trabalhou para outras empresas do ramo;
• Está devidamente habilitada.
Exija sempre currículo e portfólio. Nestes estarão fotos e reproduções
dos trabalhos já realizados pelo contratado, o que ajuda na avaliação
de suas capacidades, para quem já trabalhou e os resultados alcançados.
Procure conhecer bem a experiência do contratado. Na contratação,
leve em consideração as referências apresentadas como uma forma de
garantir resultados melhores.
Fonte: CNI - Confederação Nacional da Indústria
do livro: A Importância do Design para sua empresa
O que é Design Gráfico?
“Design Gráfico não é só um belo desenho. Design Gráfico é um belo desenho, com um sentido e uma tarefa a cumprir.” Chico Homem de Melo
O Design Gráfico é um processo que mistura técnica e criatividade, que utiliza imagens e textos para comunicar mensagens, idéias e conceitos. O design envolve o marketing e detalhes. Design é marketing na medida em que seu objetivo é tornar a sua mensagem o mais atraente possível para o seu mercado (seus leitores). São detalhes, na medida em que para se conseguir um design efeciente, é preciso separar os projetos nas diversas partes que o compõe.
No aspecto funcional, as peças de design gráfico, tem como fim comunicar através de elementos visuais (textuais ou não) uma dada mensagem para persuadir o observador, guiar sua leitura ou vender um produto. São os projetos de marca, logotipo (logomarca não existe), símbolo, folders, mala diretas, folhetos, guias, cardápios, capas de livros, jornais, revistas, embalagens, rótulos, etiquetas, sinalização, design promocional, material de pontos de vendas e sites, home-page, etc.
Podemos dizer que o designer tem três funções básicas:
A principal é IDENTIFICAR: dizer o que é determinada coisa, ou de onde ela veio (letreiros de hoteis, marcas, símbolos, logotipos de empresas, rótulos em embalagens).
A outra é INFORMAR E INSTRUIR: indicando a relação de alguma coisa com outra quanto à direção, posição e escala (mapas, diagramas, sinais de direção).
E ainda, APRESENTAR E PROMOVER: aqui, o objetivo do design é prender a atenção e tornar sua mensagem inesquecível.
O design gráfico faz parte, atualmente, da cultura e da economia dos países industrializados. Apesar de hoje, as mensagens e imagens serem transmitidas num instante pelo mundo, os avanços continuam sendo surpreendentemente localizados, e mesmo com a maioria trabalhando em equipes, as mudanças ainda estão associados a pioneiros isolados. Novas formas são desenvolvidas em respostas às expressões comerciais e mudanças tecnológicas, ao mesmo tempo que o design gráfico continua a se alimentar de suas próprias tradições.
Texto resumido do curso Criação de Projetos Gráficos - Oficina Código
Design…
O design de produto é uma atividade criativa cujo objetivo é determinar as propriedades formais dos objetos produzidos industrialmente. Por propriedades formais não se deve entender apenas características exteriores mas , sobretudo, as relações estruturais e funcionais que fazem de um objeto(ou de um sistema de objetos) uma unidade coerente tanto do ponto de vista do produtor quanto do consumidor. O designer industrial abrange todos os aspectos do ambiente humano condicionado pela produção industrial. ”
ICSID- Internacional Council of
Societies of Industrial Design
Eu, por eu mesma.
Olá, eu sou a Pricilla, agora Coelho. Sou casada com Paulo Coelho (não é o escritor hehe) há um pouco mais de um ano. Estou numa fase de mudanças em minha vida por isso enfatizei o Coelho. Pensando até em fazer uma tatuagem para marcar essa fase ou talvez um piercing.
Enfim, nessa página vou falar um pouco de tudo que eu gosto, meu marido é claro (brincadeirinha), design, arte, artesanato, papel, tecnologia, celulares, vídeo game e minhas mudanças de personalidade e minhas conquistas.
Valeu, e quando alguém ler que tire alguma coisa de bom, ok!
Beijocas mil da Prill…




